sábado, 11 de junho de 2016

Entre coxinhas e petralhas, monarquistas querem reestabelecer o Império no Brasil - Boa Informação – Alagoas


26/04 - 01:01

Os protestos nas ruas brasileiras não estão divididos apenas entre coxinhas e petralhas. Uma terceira via, os monarquistas, querem que caia não só a presidente Dilma Rousseff mas também toda a República. A intenção do grupo, liderado pelos herdeiros de Dom Pedro II, é reestabelecer o regime deposto por republicanos há 127 anos, informa a Folha de S. Paulo.

O lider mais ativo do movimento monarquista é Bertrand de Orléans e Bragança, de 75 anos, trineto de Dom Pedro e segundo na linha sucessória de um trono que não existe mais. Mesmo assim, os assessores de Bertrand se referem a ele como “alteza”. Se a monarquia fosse reestabelecida no Brasil seguindo a antiga linha, o principal monarca seria Luiz, irmão de Bertrand, que tem 77 anos. O irmão está com a saúde debilitada, motivo pelo qual Bertrand tomou as rédeas do movimento.

Ele é visto nas ruas durante os protestos pró-impeachment e tira selfies com os simpatizantes diante da antiga bandeira do Império do Brasil. “O Brasil está com saudade de um regime que faça à nação o que uma nação deve ser: uma grande família com destino comum a realizar”, disse à Folha.

(Sugestão do leitor Lucas Tiveron)

Fonte: Surrealista
www.surrealista.com.br

LINK ORIGINAL: BOA INFORMAÇÃO - http://goo.gl/OIdsLk

Em meio à crise política, família imperial defende volta da monarquia - Administradores – Brasil

Segundo na linha sucessória hipotética do trono, Dom Bertrand de Órleans e Bragança 
afirma que o país precisa da "estabilidade e continuidade" da monarquia

Redação, Administradores.com, 25 de abril de 2016, às 13h29

Para os descendentes diretos de Dom Pedro II, a solução para atual crise política que tem polarizado todo o país é a volta do monarquismo. Segundo reportagem da Folha de São Paulo, o trineto de Dom Pedro II, Dom Bertrand de Órleans e Bragança, de 75 anos, vê na insatisfação atual a chance de atrair adeptos à causa da monarquia, com a família Órleans e Bragança na chefia do Estado.

Nascido na França, Bertrand é chamado de alteza por seus assessores, e ocupa o segundo lugar na linha linha sucessória hipotética do trono. Ele participa de manifestações contra a presidente Dilma Rousseff e defende que o PT tem "intenção de implantar na nossa pátria o que fracassou do outro lado da cortina de ferro". Durante protestos, recebe até pedido de selfies. Para Bertrand, o Brasil está "com saudade de um regime que faça à nação o que uma nação deve ser: uma grande família com destino comum a realizar" e a monarquia pode garantir "estabilidade e continuidade".

Outro membro da família Orléans e Bragança, Dom João Henrique, diz ser parlamentarista, mas defende que o sistema funcionaria melhor com um monarca atuando como chefe de Estado. Segundo João, "as famílias reais são educadas desde pequenas com princípios que dizem respeito ao Brasil, às instituições, à democracia". E como seria um reinado contemporâneo? "Na linha do Segundo Reinado, mas atualizado de acordo com as circunstâncias", afirma Dom Bertrand.

LINK ORIGINAL: ADMINISTRADORES - http://goo.gl/5G1mcA

Aproveitando a crise, família imperial quer propor retorno da monarquia no Brasil - 180 Graus – Piauí

Regime acabou há 127 anos - 25/04/2016 às 16h18

Entre as multidões de verde e amarelo que protestam nas ruas de Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Avenida Paulista, em São Paulo, pela saída da presidente Dilma Rousseff, há um símbolo em particular que vem chamando a atenção: a bandeira do Brasil imperial. São os monarquistas brasileiros que querem aproveitar o clima de pátria dividida para restabelecer o império.

O movimento monarquista é encabeçado pelos descendentes de D. Pedro II, último imperador brasileiro, tendo D. Bertrand de Orléans e Bragança, 75 anos, como voz mais ativa. Nascido na França, o trineto de D. Pedro II e segundo na linha sucessória do suposto trono brasileiro discursa nas ruas no lugar de seu irmão mais velho, Luiz, 77 anos, que está com a saúde debilitada.

Bertrand critica o atual governo de Dilma Rousseff e o PT, que para ele, tem um plano para o país adotar o socialismo. Em pronunciamentos na internet e em discursos na rua, ele condena aqueles que “têm como intenção implantar na nossa pátria o que fracassou do outro lado da cortina de ferro”, e afirma que a bandeira verde e amarela do país “jamais será vermelha”.

Com o clima de insatisfação popular no país, os Orléans e Bragança enxergaram a possibilidade de se recolocarem no comando da nação. Para Bertrand, um regime monárquico traz estabilidade à nação, o que na visão dele, não ocorre no atual regime republicano.

Desse modo, o possível monarca propõe uma administração nacional “na linha do Segundo Reinado, mas atualizado com as circunstâncias”. Segundo Bertrand, o movimento monarquista no Brasil está ganhando adeptos, tanto por meio da divulgação dos ideais na internet, como nos próprios protestos nas ruas do país.

No entanto, dentro da própria família real há divergências no que se refere ao trono brasileiro ser sucedido por um descendente do imperador D. Pedro II. Para D. João Henrique de Orléans e Bragança, 61 anos, isso não pode ser imposto ao país. Ele não faz questão que um de seus parentes reine.

Membro de outro segmento da família imperial brasileira, João se diz parlamentarista, mas reconhece que o sistema funcionaria melhor com a figura de um imperador, jque considera um chefe de Estado mais neutro que um presidente. “As famílias reais são educadas desde pequenas com princípios que dizem respeito ao Brasil, às instituições, à democracia, e isso tem um peso público enorme. Ninguém de nós teve funções político-partidárias”, diz João.

LINK ORIGINAL: 180 GRAUS - http://goo.gl/HSglGA

Família imperial quer usar clima de divisão para restaurar monarquia - Folha de São Paulo

Dom Bertrand de Orléans e Bragança na avenida Paulista no dia da votação do impeachment

RODRIGO VIZEU
EDITOR-ASSISTENTE DE "PODER"

25/04/2016  02h00

Vai achando que é só plebeu que protesta em Copacabana e na Paulista.

Entre a fauna que ganha visibilidade nas manifestações contra Dilma Rousseff, talvez já tenham chamado a atenção do leitor esporádicas bandeiras do Brasil imperial –na qual o globo azul é substituído por brasão e coroa.

Portando os estandartes estão os monarquistas brasileiros, que querem aproveitar o clima de uma pátria desunida para propor uma solução que olha para trás: por que não aproveitar para restabelecer o regime deposto por republicanos há 127 anos?

O monarquismo brasileiro tem à frente os descendentes de dom Pedro 2º, imperador morto no exílio.

Sua voz mais ativa hoje é dom Bertrand de Orléans e Bragança, 75, trineto de dom Pedro e segundo na hipotética linha sucessória do trono nacional.

Chamado de alteza por assessores, Bertrand toca o movimento devido à saúde debilitada do irmão mais velho, Luiz, 77.

O príncipe nasceu na França –da qual guarda discreto sotaque– e já estreou nos atos de rua, sendo parado para selfies por súditos em potencial.

Embora propague o caráter suprapartidário que deve ter o monarca de um renascido império, Bertrand concentra suas críticas no PT, que vê como artífice de um plano para impor o socialismo ao país.

"Nossa bandeira é verde e amarela e jamais será vermelha", repete incessantemente o príncipe em discursos e pronunciamentos pela internet.

Do alto de um carro de som, repudiou "os que têm como intenção implantar na nossa pátria o que fracassou do outro lado da cortina de ferro".

Em conversa com a Folha em janeiro, o possível chefe do Poder Moderador disse apoiar os atos de rua, mas distingue "movimentos agitadores pagos, como MST" do "Brasil autêntico, que trabalha e dá certo".

SOLUÇÃO REAL

É na insatisfação atual que o príncipe vê margem para atrair adeptos à ideia de recolocar os Orléans e Bragança na chefia do Estado.

Ele diz que há cada vez mais interessados na causa, promovida on-line e nos protestos, com panfletos que destacam as virtudes da restauração.

Ele compara a tensão de eleições presidenciais a uma briga em família, na qual os filhos –no paralelo, os cidadãos– "perdem aquele respeito que têm em relação aos pais" (os políticos).

"Ao passo que a monarquia garante unidade, estabilidade e continuidade", explica. "O Brasil está com saudade de um regime que faça à nação o que uma nação deve ser: uma grande família com destino comum a realizar."

"Quando brasileiros bradam 'Quero meu Brasil de volta', bradam 'Eu quero o Brasil do Cristo Redentor e de Nossa Senhora Aparecida'", resume.

A retórica religiosa –presente, diga-se, desde os imperadores e a princesa Isabel– perpassa o discurso da família, que ainda hoje prepara seus descendentes para reocupar o trono.

Dom João de Orléans e Braganca nos protestos contra o governo do dia 16 de agosto
QUE REI SOU EU?

Na prática, Bertrand propõe um regime "na linha do Segundo Reinado, mas atualizado de acordo com as circunstâncias".

A tese de que deve ser um descendente dos imperadores do século 19 a portar a coroa rediviva não é consenso nem entre eles.

Dom João Henrique de Orléans e Bragança, 61, de outro ramo da família, diz que ninguém pode impor isso ao país.

Ele, que tem uma pousada em Paraty e é habitué dos protestos da orla carioca, diz ser, mais do que monarquista, parlamentarista. Mas argumenta que o sistema funcionaria melhor com um rei, mais neutro como chefe de Estado do que um presidente.

Apesar de não fazer questão que um dos seus reine, João ressalta: "As famílias reais são educadas desde pequenas com princípios que dizem respeito ao Brasil, às instituições, à democracia, e isso tem um peso público enorme. Ninguém de nós teve funções político-partidárias".

Agora, dá mesmo para sonhar com um retorno do rei –já rejeitado em plebiscito em 1993, quando a monarquia só teve 10% dos votos?

Mais uma vez, Bertrand busca inspiração no passado. Conta que no fim da União Soviética eram comuns cartazes dos czares e a bandeira imperial entre a multidão.

O regime não foi substituído pela volta dos Romanov, mas o príncipe ainda gosta do paralelo. "Os brasileiros começam a se perguntar: 'Valeu a pena a República?".

LINK ORIGINAL: FOLHA - http://goo.gl/kdxp2h

Frases: Dom Bertrand no Mariana Godoy Entrevista

S.A.I. o Príncipe Dom Bertrand de Orleáns e Bragança
no estúdio do "Mariana Godoy Entrevista"

Na sexta-feira, dia 27 de maio de 2016, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, esteve no Mariana Godoy Entrevista, onde pôde fazer esclarecimentos sobre a Monarquia Parlamentarista e seus posicionamentos pessoais. Abaixo algumas frases ditas por ele:


  • “Em primeiro lugar, é preciso distinguir questões de Estado de questões de Governo. Questões de Estado de questões de Governo. Questões de Estado são aquelas que interessam ao conjunto da Nação, que têm ligação com os rumos gerais da Nação, para as futuras gerações, e que não podem estar sujeitas às mudanças sucessivas dos governos. Por exemplo, a Justiça, a segurança interna e externa, a diplomacia, não podem estar mudando continuamente conforme o partido de turno. São questões a longo prazo!”
  • “Eu sou católico, graças a Deus! É a minha opinião, minha convicção absoluta, que a Religião Católica é a única verdadeira. Mas no Império não havia perseguição religiosa, nunca houve e ninguém pensa em haver uma perseguição religiosa. A nossa opinião é que era precisa favorecer a Religião Católica, convencer as pessoas que é a melhor das religiões, aliás, como sempre foi na nossa História. Agora, perseguições religiosas, não há razão nenhuma!”
  • “Nas condições atuais, não há condições para restaurar a união da Igreja com o Estado.”
  • “O Brasil tomou uma série de empréstimos que não eram proporcionais às nossas necessidades. Nós temos um governo hipertrofiado que custa excessivamente caro ao conjunto da Nação. O resultado é que a dívida externa e interna vai aumentando dia a dia. Isso eu acho uma injustiça para o povo brasileiro.”
  • “Uma Nação é, antes de mais nada, uma grande família com um destino em comum a realizar. Uma Nação não é uma empresa, uma Nação sobretudo não é uma disputa contínua de partidos políticos, onde um está se digladiando com o outro e o que interessa são as futuras eleições, e não as futuras gerações. A grande diferença da República com a Monarquia é que as Repúblicas estão continuamente pensando nas futuras eleições, na Monarquia os reis pensam nas futuras gerações.”
  • “As Monarquias resultaram da ordem natural das coisas, foi uma continuação da família, em que existe um vínculo de afeto e de confiança entre o Chefe de Estado e o povo. Um vinculo de proteção, um vínculo que estimula as qualidades do povo.”
  • “Basta ir a Brasília para ver aqueles carrões na rua, aquela fartura, etc., etc., tão diferente do resto do Brasil.”
  • “A democracia não pode limitar-se a pôr um papelzinho em uma caixa a cada quatro anos, hoje em dia, apertar um botão. A democracia é um regime no qual existe uma verdadeira representatividade, quer dizer, no qual o representante é conhecido e pode ser controlado pelos seus representados.”
  • “Nunca houve nenhuma perseguição nessa matéria [homossexualidade]. Mas eu pessoalmente sou a favor da manutenção da tradição nessa matéria. Nunca houve perseguição, não há razão nenhuma para se estabelecer perseguições a esse respeito. Apenas se cumpra a Lei de Deus. Está na Sagrada Escritura! A Lei de Deus não admite [casamento entre pessoas do mesmo sexo].”
  • “A História é absolutamente fundamental para um povo. Quem não sabe de onde vem, não sabe para onde vai.”
  • “A condição essencial para que haja um Parlamentarismo é que haja um Chefe de Estado suprapartidário. O que tem acontecido com frequências nas Repúblicas é que há o presidente da República de um partido e o primeiro-ministro de um partido contrário. E o que se assiste aí? Uma verdadeira batalha entre o primeiro-ministro e o presidente da República. Um quer derrubar o outro, para que o seu partido vença as próximas eleições. Quem é que sofre? Qual é o campo de batalha sobre o qual se dá essa disputa? É o povo!”
  • “O que nós estamos fazendo no momento é o que nós não tivemos tempo de fazer antes: formar quadros, formar uma elite monárquica, formar futuros dirigentes, pessoas conscientes da importância da Monarquia, que procurem atuar sobre o conjunto da opinião pública, para mostrar aos brasileiros a superioridade da Monarquia.”
  • “A aceitação da ideia monárquica é cada vez maior. Muitas pessoas pensaram que o plebiscito seria a pá de cal sobre o ideal monárquico no Brasil. E não foi! Foi exatamente o contrário.”



Para os que não viram a entrevista ou desejam revê-la, acessem o link: http://goo.gl/CvIoy1

LINK ORIGINAL: Site Causa Imperial - http://goo.gl/Vp1ITH

Nossa análise sobre  a entrevista de S.A.I. em nosso canal: https://goo.gl/1yEBYN

AGENDA DOS PRÍNCIPES

S.A.I. o Príncipe Dom Bertrand de Orleáns e Bragança
Príncipe Imperial do Brasil e segundo na linha sucessória

Segue a agenda do Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, para o mês de junho:

• Entre os dias 13 e 15, Sua Alteza estará na Argentina, onde será orador no World Congress of Families (Congresso Mundial de Famílias).


• Do dia 16 ao dia 30, Sua Alteza estará na Bélgica e na França.

• No dia 18, comparecerá ao casamento de sua sobrinha, a Princesa Alix de Ligne, com o Conde Guillaume de Dampierre, a ser celebrado na Igreja de São Pedro de Beloeil, em Hainaut, na Bélgica.

LINK ORIGINAL: Pró Monarquia - https://goo.gl/Tnsm8T

sexta-feira, 10 de junho de 2016

MONARQUIA BRASILEIRA É NOTÍCIA NA MÍDIA NACIONAL E INTERNACIONAL

Dom Bertrand de Orleans e Bragança 
em imagem do jornal Financial Times, de Londres

Nos últimos períodos, a Monarquia tem chamado a atenção da mídia. Com a derrocada completa da República e a incapacidade dos atuais políticos, cada vez mais brasileiros procuraram esta, que é a única opção definitiva para a saída da crise. Jornais, revistas, portais de notícias nacionais e internacionais noticiaram a ascensão da Monarquia no Brasil.

O Blog Monarquia Já preparou uma seleção com os links e imagem mais relevantes para o leitor acompanhar. Veja:


  • IMPRENSA NACIONAL 


Família imperial quer usar clima de divisão para restaurar monarquia - Folha de São Paulo
http://goo.gl/L5VcKF

Aproveitando a crise, família imperial quer propor retorno da monarquia no Brasil - 180 Graus – Piauí
http://goo.gl/HSglGA

Em meio à crise política, família imperial defende volta da monarquia - Administradores – Brasil
http://goo.gl/5G1mcA

Entre coxinhas e petralhas, monarquistas querem reestabelecer o Império no Brasil - Boa Informação – Alagoas
http://goo.gl/OIdsLk

Príncipe do Brasil diz que República está falida - Paraíba Online – Paraíba
http://goo.gl/ZclrUa

Manifestantes fazem ato contra presidente em Copacabana, na Zona Sul do Rio - Extra – Rio de Janeiro
http://goo.gl/8nX6az

Revista VEJA:

(Clique para ampliar)

  • IMPRENSA INTERNACIONAL

Brazil’s would-be king and his two-bed rented home in São Paulo - Financial Times – Inglaterra
http://goo.gl/nfIE30

Así es el aspirante al trono de Brasil, Bertrand de Orleans y Braganza - El Mundo - Espanha
http://goo.gl/Me4r3b

La casa imperial de Brasil reivindica la monarquía en plena crisis institucional - Monarquia Confidencial - Espanha
http://goo.gl/6S4Brp

Família de Dom Pedro aproveita o impeachment para tentar governar o Brasil novamente - Blasting News- Blasting Sagl – Suiça
http://goo.gl/JTmP8l

En medio de la crisis del gobierno de Rousseff ¿regresa el imperio de Brasil? - La Tercera – Chile
http://goo.gl/3zeBxo

El rey pescador - Montevideo Portal - Uruguai
http://goo.gl/F4EDOB

Há mais reportagens, desse ano, sobre nossa Coroa que não apareceu no texto? Por favor, nos envie o link.

LINK ORIGINAL: Blog Monarquia Já: http://goo.gl/jQI4jF