terça-feira, 28 de junho de 2016

Catolicismo e escravidão: a história demonstra que a Igreja sempre combateu o comércio de gente

Medievalista Ricardo da Costa desmente com fatos concretos uma acusação de Jean Wyllys
FOTO: SÃO PEDRO CLAVER

ALETEIA: 12 DE AGOSTO DE 2015

Uma das acusações costumeiras contra a Igreja é que ela teria apoiado o sistema escravocrata, especialmente o ocorrido na África entre os séculos XVI e XIX. A verdade, no entanto, é bem diferente da versão dos laicistas dogmáticos.

Em dezembro de 2012, o deputado brasileiro Jean Wyllys, eleito apesar dos votos insuficientes graças às caronas eleitorais permitidas pela “democracia” brasileira, publicou no Twitter uma das suas frequentes investidas contra a Igreja:

A “ferida grave infligida à justiça e à paz”, @pontifex (Bento XVI), foi a escravidão de negros e africanos, apoiada pela Igreja Católica.

Quem lhe respondeu e contestou com fatos concretos, em fevereiro de 2013, foi Ricardo da Costa, historiador medievalista e professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), através de um artigo publicado pelo jornal Gazeta do Povo, de Curitiba. O professor destaca os seguintes fatos:

Com a ascensão social e política da Igreja na Idade Média, a pressão a favor dos pobres, das mulheres e dos escravos tornou-se maior. No distante século VI, por exemplo, uma lei criada por pressão da Igreja conseguiu impedir que os escravos fossem presos caso estivessem dentro de um templo Católico. Parece muito pouca coisa, mas foi, na época, uma grande conquista em favor dos escravos. Ao longo de toda a Idade Média, o Catolicismo pressionou as sociedades Cristãs a considerarem a escravidão algo ultrajante, já que, pela fé em Jesus Cristo, todos são filhos de Deus.

Apesar disso, a escravidão só foi diminuindo lentamente. Ela deu lugar à servidão, um conceito que parece idêntico, mas não é: no regime feudal, a dignidade humana dos chamados “servos” estava consideravelmente acima da escravidão. O escravo era visto apenas como um objeto; já o servo, embora tivesse muitos deveres, também tinha direitos reconhecidos, entre eles o direito à inalienabilidade da terra. Mesmo assim, a escravidão na Europa medieval continuou sendo comum e precisou ser reiteradamente condenada pela Igreja, como aconteceu nos concílios de Koblenz (922) e de Londres (1022) e no Conselho de Armagh, na Irlanda (1171).

O direito romano, que permitia a escravidão, foi sendo Cristianizado ao longo da Idade Média. Por outro lado, não acontecia o mesmo em outras partes do mundo. A expansão islâmica difundiu largamente a escravidão (vide estudos de Fernand Braudel) e, mesmo entre os povos africanos, séculos antes da chegada dos brancos europeus à África, havia tribos, reinos e impérios negros que praticavam corriqueiramente o escravismo. Até os escravos negros levados para as Américas à força pelos europeus do século XVI eram fornecidos pelos próprios africanos, também negros, que tinham grandes mercados de escravos espalhados pelo interior do continente (Ah, você não viu isso na escola? Que coisa, não?).

A Igreja católica, ao contrário das acusações ideológicas, não deixou de condenar a escravidão com toda a clareza nesse período. Alguns dos muitos exemplos:


  1. Na bula papal Sicut Dudum (1435), o Papa Eugênio IV mandou libertar os escravos das Ilhas Canárias;
  2. Pio II (1458) instruiu os bispos a pregarem contra o tratamento desumano dado aos escravos negros etíopes e condenou a escravidão como um crime abominável;
  3. Paulo III, na bula Sublimus Dei (1537), recordou aos Cristãos que os índios são livres por natureza;
  4. Em 1571, o frade dominicano Tomás de Mercado declarou desumana e ilícita a escravidão;
  5. Gregório XIV, na Cum Sicuti, de 1591, condenou abertamente a escravidão;
  6. Urbano VIII, na Commissum Nobis, de 1639, reiterou a condenação da Igreja à escravidão.

O professor Ricardo encerra com um conselho que deveria ser óbvio, mas passa batido na atual “educação” obediente a interesses ideológicos peculiares:

Devemos estudar o passado, não inventá-lo”.


Por fim, achamos que a pele dos seguintes santos católicos, por si só, dispensa maiores comentários:


LINK ORIGINAL: ALETEIA - http://goo.gl/x47ALF

La imagen del Rey se refuerza en medio del descrédito de la política

Los Reyes saludan al director del Orfeón Donostiarra en San Sebastián.

El 73% de españoles aprueba la labor de Felipe VI, según Metroscopia

MIQUEL ALBEROLA
Madrid 18 JUN 2016 - 12:07 CEST

El segundo aniversario de Felipe VI en el trono, que se cumple este domingo, no tiene un acto de conmemoración solemne, pero sí motivos para la celebración en La Zarzuela. Según el sondeo Pulso de España de Metroscopia, realizado el pasado 3 de junio, la imagen del Rey se robustece entre los españoles frente al temor a un supuesto desgaste que podía sufrir en medio del proceso decepcionante de la frustrada legislatura.

El descrédito de la política ha tenido un crecimiento persistente en el último año, en el que los partidos, tras las elecciones del 20 de diciembre de 2015, han sido incapaces de superar los intereses particulares para alcanzar un acuerdo de investidura que salvara la legislatura y evitara la repetición de elecciones. El último sondeo del Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS) constató que los españoles tienen una pésima percepción de la situación política española: el 82,3% cree que va mal o muy mal.

Sin embargo, el Rey, que ha desempeñado un papel muy notorio en el proceso en función de su cometido constitucional, no se ha visto penalizado por este desprestigio. Antes al contrario, su imagen de jefe de Estado en las rondas de consultas, con constantes llamadas al entendimiento en sus discursos, sale fortalecida. El 73% de los españoles está satisfecho con la forma en que Felipe VI está desempeñando sus funciones como rey, frente a un 23% que desaprueba su trabajo, de acuerdo con los datos de Metroscopia a los que ha tenido acceso EL PAÍS.

Es decir, siete de cada diez españoles valoran de forma positiva su trabajo en un estado de opinión tomado en un momento de especial malestar ciudadano por los efectos de una larga crisis y en medio de un periodo insólito en la reciente historia política española marcado por la desafección.

El presidente de Metroscopia, José Juan Toharia, pondera que este resultado sigue la pauta ascendente que se produce desde la proclamación, el 19 de junio de 2014, aunque cobra un especial significado por el contexto en el que se produce. “Una semana después de su coronación, el 26 de junio, un llamativo 62% (frente a un 20%) de la ciudadanía respaldaba ya la forma en que el nuevo Rey había comenzado a desempeñar sus funciones”, recuerda.

En el último año de Juan Carlos I, con una España hundida en la crisis e indignada por los errores del Monarca y los negocios de su del yerno a la sombra de la Corona, la figura del Rey había experimentado una sensible depreciación que solo frenó el cambio dinástico.

“Esa cifra de aprobación subió al 70% apenas un mes después”, relata Toharia, “y desde entonces, y con mínimas fluctuaciones coyunturales, ha permanecido de forma estable anclada a ese porcentaje”. Pero el último dato disponible, contextualiza, responde “a un momento de la vida española de especial complejidad político-institucional”.

Toharia considera “llamativo” el saldo evaluativo de 50 puntos positivos de diferencia entre los resultados de aprobación y desaprobación, “sin referente comparativo alguno en el panorama político-social nacional y aun internacional”. “Entre los españoles, tan solo el Papa Francisco ha alcanzado en estos pasados 24 meses niveles de aprecio popular equiparables a los del Rey”, enfatiza.

A Toharia no le resulta menos relevante “el notable grado de transversalidad” de apoyo a Felipe VI que arroja el sondeo en los diferentes tramos de edad, en los que resulta ampliamente mayoritario. Incluso en el que podría considerarse con menor predisposición a sintonizar con la Monarquía, el de los 18-34 años, el saldo evaluativo es de 33 puntos positivos. Una cifra que se va incrementando a medida que ascienden los intervalos: +41 entre los 35 y 54 años; +50 entre los 55 y 64, y +73 entre los 65 y más.

LINK ORIGINAL: EL PAIS - http://goo.gl/RHNzGg


New Plan to Fix Brazil’s Royal Mess: Restore the Monarchy

Royal political mess rallies monarchists to action; $19 golf shirts

Monarchists at an antigovernment protest in March waved imperial flags and posed with Prince Dom Antonio de Orleans e Bragança, the brother of Dom Luiz, who royalists believe is Brazil’s rightful king. 

By PAUL KIERNAN
Updated June 17, 2016 2:23 p.m. ET
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RIO DE JANEIRO—With an economy near depression and a political crisis dividing their nation, Brazilians could use a superhero right now.

For a passionate minority who show up at protests waving their country’s imperial flag, a king would suffice.

The 26th annual Monarchical Encounter in Rio this month was abuzz with hope that Brazil’s deepening turmoil might turn more citizens on to the idea of scrapping their presidential republic in favor of a constitutional monarchy.

In a nondescript conference room at a three-star hotel near downtown, guests paid 250 reais, or about $72, to have lunch and mingle with a handful of descendants of Brazil’s last emperor, Dom Pedro II, whose reign ended with a military coup in 1889. As supporters bowed and curtsied to the pretenders, organizers hawked $10 baseball caps, $7 mouse pads and $19 golf shirts printed with the royal insignia.


Monarchist youth described their attempt to promote the cause on Facebook and YouTube. Federal congressman Paulo Martins, of the conservative PSDB party, gave a speech about the political case for restoring the crown. “Imperial Brazil, for whatever problems it had, was on the right path,” he said. “The emperor was respected.”

Dom Pedro II

Royalists say the 49-year reign of Dom Pedro II was the most economically and politically stable period in their nation’s history. From 1824 to 1889, Brazil had only one constitution; it has had six in the years since. Many of the wealthiest and least corrupt countries on earth—such as Norway, Australia and Holland—are constitutional monarchies, they say.

The conservative, mostly bourgeois royalists express disgust at Brazil’s current leftist government and the social changes that have moved the country away from traditional Catholic values. “Without anyone to govern them, man falls prey to his own debilities,” said one speaker at the Monarchical Encounter.

“I’ve been a monarchist for my whole life, since I was in school and studied the empire of Dom Pedro II,” said Rodrigo Dias, a 34-year-old physician in Rio. “As a child I could not understand why we changed our way of government.”

Historians are quick to note that Brazil was the last country in the Americas to abolish slavery—Dom Pedro II was overthrown after he lost the support of elites angry about emancipation. They also point out that parliamentary elections during the empire were rarely free or fair and that corruption was endemic.

The movement is built on nostalgia for an era that never really existed, says Lilia Schwarcz, an anthropology professor who has written history books about Brazil and Dom Pedro II: “It’s a desire for a miracle.”

Dr. Dias and his counterparts believe Brazil would be steadier if its head of state didn’t have to descend into the partisan fray every four years to run for election. The king or queen would stand as a symbol of national unity and common values, while the dirty work of government would be left to a parliament led by a prime minister.

One of the group’s key theories is that a monarch, groomed from an early age to serve the country and all but guaranteed a lifelong mandate, would be less inclined to steal public money.

With many of Brazil’s top politicians ensnared in a corruption scandal, the monarchists don’t see any future royalty among the 35 registered parties. Most say the line of succession from Dom Pedro II leads to Dom Luiz de Orleans e Bragança, Dom Pedro II’s 78-year-old great-great-grandson.

Hats and other monarchist souvenirs for sale at the Monarchical Encounter this month. 
PHOTO: PAUL KIERNAN/THE WALL STREET JOURNAL

Dom Luiz is in deteriorating health and rarely appears in public. His younger brother, 75-year-old Imperial Prince Dom Bertrand, runs an organization called Pró Monarquia from his two-story home in an upscale neighborhood in São Paulo—the dynasty’s former palace in Rio de Janeiro now houses Brazil’s National Museum, while its summer estate in Petrópolis is home to the Imperial Museum. A small staff in formal attire addresses Dom Bertrand as “Your Highness.”

In 1993, the year after ex-President Fernando Collor was impeached, Brazil held a plebiscite to decide on its form of government. Two-thirds of voters opted for a republic. Of the 13.2% who voted for a monarchy, political scientists believe at least some did so to protest a political class widely seen as corrupt and ineffective.

The monarchists say their ranks are again growing, fueled by popular angst and social media. Attendance at the Monarchical Encounter roughly doubled from last year to about 120 people, bolstered by the presence of several Orleans e Bragança princes (most of them have day jobs).

The Facebook page of Pró Monarquia celebrated its 25,000th “like” this month. Matheus Guimarães, its 21-year-old curator, said the group got a boost when leftist President Dilma Rousseff won re-election in 2014. “We got hundreds of likes within minutes,” he said, adding that Brazil’s republicans “have their days numbered.”

With Ms. Rousseff now facing impeachment and interim President Michel Temer dogged by low approval ratings, monarchists are charting their ascent from obscurity.

At the Monarchical Encounter, Bruno Hellmuth, a 66-year-old cardiologist who heads the Rio de Janeiro chapter of the Brazilian Monarchical Circle, called on his counterparts in other states to identify sympathetic politicians, in hopes of establishing a monarchist bloc in Congress in time for 2018 elections. He floated the idea of requesting diplomatic passports for Orleans e Bragança elders.

“Perhaps we can take advantage of this moment of weakness,” he said.

Many Brazilians aren’t even aware their country has pretenders to its defunct throne. Others ridicule the idea that a nation as large and racially diverse as Brazil should be represented into perpetuity by a deeply conservative royal family descended from European colonial rulers—Dom Bertrand says he can trace his family history to Charlemagne.

A June 5 video address to Brazil posted on Facebook by 30-year-old Rafael de Orleans e Bragança, fourth in Dom Pedro II’s line of succession, drew more than 7,000 comments. They included laughter, vomiting emoticons and many people who initially thought the video was a satirical joke.

There were also scores of replies from monarchists themselves, diligently defending their cause.


“It is normal to find it strange after 127 years of doctrine from the Republic,” Facebook user Daniel Andrade Taubaté responded to a needler. “We invite you to learn more about our glorious Imperial past.”

LINK ORIGINAL: THE WALL STREET JOURNAL - http://goo.gl/7BcaEO

Sem dinheiro para conta de luz, supercomputador é desligado

Equipamento de R$ 60 milhões foi inaugurado em janeiro e está parado. O gasto mensal de energia é de R$ 500 mil. Pesquisas sobre zika, mal de Alzheimer e pré-sal estão congeladas.

QUARTA, 22/06/2016, 06:00

Por Gabriel Sabóia

O supercomputador Santos Dumont, o maior da América Latina, que foi inaugurado em janeiro deste ano e custou R$ 60 milhões, já precisou ser desligado. O motivo é a falta de dinheiro para pagamento das contas de luz do Laboratório Nacional de Computação Científica, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio.

Os valores gastos com energia chegam a R$ 500 mil por mês, mas o governo não reajustou o orçamento da unidade. Com isso, o valor das contas passou a consumir 80% dos recursos do laboratório, o que torna inviável o funcionamento integral do supercomputador.

Apesar de ocupar apenas 380 metros quadrados, o equipamento consome energia suficiente para abastecer um bairro com três mil famílias. Segundo o diretor do LNCC, Augusto Gadelha, seis pesquisas estão atrasadas e outras 75 estão na fila para serem iniciadas.

- No mês de maio, vimos que não havia a possibilidade de manter o computador ligado e tivemos a decisão de desligá-lo, diante da imprevisibilidade de chegada dos recursos para a energia elétrica, confessa.

O supercomputador Santos Dumont era um sonho antigo da comunidade científica brasileira. Ele é até um milhão de vezes mais rápido do que um notebook comum. Numa das poucas tarefas concluídas, o aparelho levou três dias para identificar cadeias de proteínas que podem ser usadas em tratamentos contra o Mal de Alzheimer. Pesquisas similares, feitas em laboratórios comuns há mais de três anos, não alcançaram este resultado.

O chefe do Sistema Nacional de Processamento de Alto Desempenho, Antônio Tadeu, lamenta que uma das pesquisas que esteja parada seja justamente a que tenta fazer o mapeamento genético do vírus da zika.

- A paralisação dessa máquina traz prejuízos incalculáveis para a comunidade científica. São projetos voltados para doenças como a zika e a dengue, para modelagem do sistema vascular (que é importante para profissionais de cardiologia) e projetos na área de energia, petróleo e gás. São projetos que teriam impactos positivos sociais e econômicos, mas estão parados por causa da indefinição quanto ao uso do supercomputador, lamenta.

Além do prejuízo às pesquisas, a paralisação do supercomputador também pode causar danos irreversíveis ao equipamento, como explica o coordenador de tecnologia do laboratório, Wagner Leo.
- Não só a máquina, em si, mas toda a infraestrutura de suporte ao equipamento pode sofrer danos pela paralisação. A máquina é toda refrigerada à água. Ela é como se fosse um carro, com óleo e refrigerada a líquidos, em seu interior. Então todas essas peças podem sofrer danos se ficarem sem uso. Um equipamento eletrônico não pode ficar parado, explica.

O presidente da academia Brasileira de Ciências, Luiz Davidovich, teme por ainda mais cortes de dinheiro. Isto poderia implicar em outros avanços da tecnologia encerrando as suas atividades.
- É o reflexo e um exemplo gritante do que está acontecendo com a ciência e tecnologia no Brasil. É um descaso total. Foram investimentos vultosos que ocorreram e formação de pessoal de que demoraram muitos anos para se completar, mas que correm o risco de serem desperdiçados. O que acontece com o supercomputador é emblemático, sentencia.

Nos últimos dias, o supercomputador passou a ser ligado por algumas horas, fora do horário de pico, para evitar os danos em sua estrutura.

O Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações disse saber da situação e informou que está em busca de uma suplementação orçamentária para o LNCC junto ao Ministério do Planejamento. Não há previsão de anúncio.

LINK ORIGINAL: CBN - http://goo.gl/wBBPS0

domingo, 26 de junho de 2016

Tataraneta da princesa Isabel casa-se na Bélgica com a presença da rainha

Os noivos com os pais de Alix, a princesa brasileira Eleonora de Ligne (nascida Orléans e Bragança), o príncipe Michel de Ligne e, prestígio máximo, a rainha dos Belgas, Mathilde 

20/06/2016 - 13h04 - Atualizado 20/06/2016 14h13

Apesar do tempo nublado, a multidão se aglomerou às 14h do último sábado (18) em frente à igreja de Saint-Pierre, no vilarejo de Beloeil, na Bélgica, onde o bispo Guy Harpigny celebrou o casamento da princesa Alix de Ligne, tataraneta da princesa Isabel, com o conde francês Guillaume Dampierre.

Os noivos com a daminha e os pajens na entrada do castelo de Beloeil 

O belíssimo casal vive no Rio de Janeiro, onde Astrid trabalha há dois anos e meio à frente do marketing da joalheria H. Stern, sendo logo seguida por seu noivo, também um apaixonado pelo Brasil. Ele atua por aqui no mercado financeiro. “Adoramos fazer trilhas no Rio. Já subimos o Corcovado, o Morro da Urca e os Dois Irmãos. Não de bicicleta, mas a pé”, disse ela à coluna antes do enlace.

Alix é filha do príncipe Michel de Ligne, chefe de uma das famílias mais aristocráticas da Bélgica, e da princesa, filantropa e historiadora Eleonora de Orléans e Bragança, filha número 8 do príncipe d. Pedro de Orléans e Bragança e de d. Maria da Baviera, do ramo de Vassouras da família imperial.

A foto oficial dos noivos com os membros da nobreza europeia

A noiva foi criada no castelo de Beloeil, conhecido como a “Versalhes da Bélgica”, uma antiga fortaleza medieval de propriedade da família e hoje aberto ao público, e foi lá que aconteceu a festa, uma “garden party” para 800 convidados, entre os quais as brasileiras Gloria Severiano Ribeiro,  Angela Gouvea Vieira e Juju Muller, além, é claro, de vários membros da família Orléans e Bragança.


Do gotha europeu, foram a rainha dos Belgas, Mathilde, o príncipe belga Amedeo, com a mulher, a princesa Elisabetta, os grãos-duques de Luxemburgo, Henri e Maria Teresa, os filhos deles, Felix, Louis e Guillaume, com as respectivas mulheres, as princesas Claire, Tessy e Stéphanie, essa nascida princesa de Lannoy e aparentada com os de Ligne.


Alix usou um vestido marfim com franjas na cintura acentuada e nas mangas, assinado pelo estilista belga Gérald Wathelet. O longo véu está na família de Ligne desde 1810 e foi realçado por uma esplêndida tiara de diamantes. No cair da noite, um show de fogos de artifício acompanhados por música clássica deixaram todos boquiabertos.

Vários detalhes remetiam ao Brasil, como os nomes das mesas em que se sentavam os convidados para o jantar - uma delas foi batizada “Ilha Grande”.


LINK ORIGINAL: ÉPOCA - http://goo.gl/Df6y5a

Deus abençoe o casal e sua Família.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Fascista! Nazista! Vá estudar!


Postado em 15/06/2016 às 12:48 por em Bene Barbosa

Quando o dr. Martim Almeida Sampaio, advogado e presidente da comissão de Direitos Humanos da OAB, iniciou sua participação no debate promovido pela rádio Jovem citando Karl Marx e culpando a concentração de renda como responsável pela criminalidade no Brasil, eu já sabia o que viria pela frente e onde iríamos parar. Não tardou para o meu antagonista me chamar de nazista, fascista e me mandar estudar. Havia acabado qualquer possibilidade de um debate respeitando a proposta inicial de discutir seriamente a legislação de armas no Brasil. Entrava em vigor a Lei de Godwin!

Para quem não sabe, essa “lei” foi criada com base em uma afirmação feita em 1990 pelo advogado americano Mike Godwin que afirmou: “À medida em que cresce uma discussão, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou o nazismo aproxima-se de 1 (100%)”. Na prática, quando isso acontece, demostra que o debatedor não possuiu mais nenhum argumento para apresentar e, derrotado, apela para o que o filósofo Arthur Schopenhauer definiu como “rótulo odioso” em seu livro “Como vencer um debate sem precisar ter razão” ou ainda para o reductio ad Hitlerum cunhado pelo filósofo Leo Strauss.

O defensor dos “Direitos Humanos” foi mais longe e mais baixo. Comparou a política de encarceramento aos campos de concentração nazistas. Provavelmente o advogado acha que aquele mostro que estuprou e arrancou o coração de uma menina de 10 anos em Minas Gerais merece a mesma compaixão que menina Anne Frank que viveu dois anos escondida e morreu no campo de Bergen-Belsene. O “crime” dela e outras milhões de pessoas foi tão somente ser judia. Mui humano o nobre representante da OAB.

Outro ponto interessante é que ele afirmou que o cidadão, em vez de comprar uma arma para sua defesa deve cobrar o Estado em seu dever de proteger... Hummm... Devemos imaginar que os filhos e netos dele estudaram ou estudam em escolas públicas enquanto ele briga por uma educação de qualidade. Devemos imaginar também que ele utiliza o SUS abrindo mão dos caros convênios e hospitais particulares. Socialismo nos olhos dos outros é refresco, né?

Tive ainda que esclarecer que Hitler, que o debatedor disse ser representante máximo da direita, era do Partido Nacional SOCIALISTA dos TRABALHADORES Alemães, bem como ferrenho defensor do total controle de armas pelo Estado. Controle e monopólio estatal defendido por ele e não por mim! Controle estatal presente no fascismo de Benito Mussolini e traduzido pela frase: “Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado”. Depois eu é que sou um nazifascista que precisa estudar.

A íntegra do debate pode ser assistida aqui: https://goo.gl/HDfu3y

LINK ORIGINAL: CADA MINUTO (Blog do Bene Barbosa) - http://goo.gl/iq0R77

segunda-feira, 13 de junho de 2016

MENSAGEM DO CHEFE DA CASA IMPERIAL DO BRASIL AOS MONARQUISTAS

S.A.I. o Príncipe Dom Luiz de Orleáns e Bragança
Chefe da Casa Imperial e, de jure, Imperador do Brasil

Segue cópia da mensagem escrita por S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, aos monarquistas presentes no XXVI Encontro Monárquico Nacional, realizado no Rio de Janeiro, no sábado, dia 4, e a todos que acompanharam a transmissão do evento ao vivo, pela Internet. Como Sua Alteza estava impossibilitado de comparecer, a mensagem foi lida por seu sobrinho, o Príncipe Dom Rafael do Brasil, 4º na Linha de Sucessão ao Trono Brasileiro:

"Meus caros participantes do XXVI Encontro Monárquico do Rio de Janeiro. É com especial alegria que lhes dirijo esta saudação. Alegria redobrada por saber que desta vez muitos rostos novos, provenientes de todo o Brasil, vieram juntar-se aos que, com constância, há vários anos aí marcam presença.

Este Encontro realiza-se num momento particularmente importante da vida do Brasil. O nosso País tem passado, ao longo de sua história, por situações delicadas e até graves. Mas, a bem dizer, em nenhum momento ele assistiu a forças internas que, de maneira sistemática, tentassem solapar os fundamentos mais essenciais de sua origem cristã.

São forças que, valendo-se dos jogos políticos inerentes à chamada democracia moderna, tentaram e tentam jogar brasileiros contra brasileiros; tentaram e tentam pulverizar essa instituição singela e sagrada que é a família; tentaram e tentam arrancar aos nossos jovens já nos primeiros anos de ensino os princípios morais e religiosos mais básicos; tentaram e tentam subverter a boa ordem social e impor sistemas econômicos desastrosos e contrários ao mais elementar direito de propriedade; tentaram e tentam desmoralizar as instituições; tentaram e tentam subjugar a diplomacia de nosso Brasil – outrora tão cheia de prestígio – aos interesses ideológicos mais funestos.

Mas é também verdade que o Brasil está assombrando o mundo por outro aspecto. Dentro da cordialidade costumeira de nosso povo, um Brasil emergiu, um Brasil que parecia desconhecido ou pelo menos ignorado pelo mundo oficial, político, mediático, etc.

As ruas se encheram de brasileiros que vieram dizer não a essa destruição de nossa nacionalidade. Vieram proclamar, com serenidade mas com firmeza, que nossa bandeira jamais será vermelha e que queremos nosso Brasil de volta.

Ora, nesse desejo do resgate do País, cada vez mais os ideais monárquicos despontam como via de legitimidade, como via de seriedade, como via de retomada e restauração de nosso destino histórico. E isso pelas mãos de muitos e muitos jovens.

É o que está impressionando o Brasil, é o que está chamando a atenção até de grandes órgãos da mídia internacional. É o que vós, meus caros, ireis debater nesse Encontro Monárquico, na outrora capital do Rio de Janeiro, cujos panoramas grandiosos se coadunam com a grandeza imperial do Brasil.

Que as graças de Deus Nosso Senhor e as bênçãos de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira de nosso Brasil, vos acompanhem nesta jornada."