quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

IMPERATRIZ DONA AMÉLIA, A BOA MÃE

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Dona Amélia de Leuchtenberg, segunda esposa do Imperador Dom Pedro I e Imperatriz do Brasil, amou os filhos de sua antecessora, a Imperatriz Dona Leopoldina, de toda alma, como prometera, com desvelos de mãe. No dia da abdicação do Imperador Dom Pedro I, ela escreveu uma carta ao pequeno Imperador Dom Pedro II, então com cinco anos de idade:

“Não me pertences senão pelo amor que dediquei ao teu augusto pai. Mas o quero como se fosses o sangue do meu sangue. Um dever sagrado me obriga a acompanhar o ex-Imperador, no seu exílio, através dos mares, em terras estranhas. Adeus, pois, para sempre!”

Dirigindo-se às mães brasileiras, faz então uma súplica comovente:

“Mães brasileiras, vós que sois meigas e carinhosas para com vossos filhinhos, supri minhas vezes: adotai o órfão coroado, dai-lhe, todas vós, um lugar na vossa família e no vosso coração. Entregando-o a vós, sinto minhas lágrimas correrem com menor amargura.”

- Baseado em trecho do livro “Revivendo o Brasil-Império”, de Leopoldo Bibiano Xavier.

O EXEMPLO NO TRONO: UMA DEDICAÇÃO DESINTERESSADA

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A dotação do Imperador era de 800 contos de réis anuais. Apesar de não ser nenhuma fortuna, foi mantida igual durante os 49 anos de reinado de D. Pedro II. Várias vezes o Parlamento propôs aumentá-la, mas sempre encontrou a resistência do Imperador, que declarou certa vez:

"Tenho querido que todas as minhas despesas corram por conta da dotação. Desde que ela foi votada, jamais quis nem quero que seja aumentada". Diria também: "Nada devo, e quando contraio uma dívida, cuido logo de pagá-la. A escrituração de todas as despesas de minha casa podem ser examinadas a qualquer hora. Não junto dinheiro".

Essa conduta foi uma constante na vida de D. Pedro II. O comprova um minucioso estudo de Maurílio Augusto de Almeida sobre sua viagem à Paraíba, em 1859:

"Todas as despesas havidas com a viagem à Paraíba e demais províncias correram por conta pessoal de D. Pedro II, como se o Imperador estivesse empreendendo uma excursão turística para regalo íntimo, como se não estivesse no desempenho de missão inerente às suas altas funções. Marcava-lhe o caráter este traço reconhecido até mesmo por seus adversários mais ferrenhos: Sua Majestade nunca se valeu de recursos públicos para custeio de despesas pessoais, limitando-se ao emprego dos estipêndios que lhe coubessem por direito."

Embora tivesse confiança nos empregados da Mordomia, o Imperador cuidava pessoalmente das contas da sua Casa. Uma vez por semana ia à Mordomia para examinar os balancetes e conferir os documentos de despesas. Uma vez, chegando ali, perguntou ao tesoureiro:
— Como vão os negócios da minha Casa?
— Vossa Majestade não sabe multiplicar.
— Isso é verdade. Só sei dividir.

Quando o Imperador chegou da Europa em 1888, o Conselheiro Miranda Rego, que era mordomo interino, apresentou-lhe as contas da gerência de sua Casa:
— Senhor, há um saldo de treze contos de réis a favor da Casa Imperial.
— Dê quanto antes essa quantia aos nossos pobres. Não quero que digam que eu entesouro dinheiro.

Assim procedia o monarca. Certo dia um funcionário veio comunicar-lhe que havia dezoito contos de réis de saldo em sua conta particular. Respondeu que não queria economias, e determinou que a soma fosse empregada na construção de uma escola na Fazenda Santa Cruz.

No dia 25 de maio de 1871, D. Pedro II partiu para sua primeira viagem à Europa, deixando como regente a Princesa Isabel. Concedida a licença, começaram na Assembléia os debates sobre como seria a viagem. Levanta-se o deputado Teixeira Júnior, e propõe:
— Já que nosso bem amado Imperador vai à Europa, ele precisa ir com certa folga financeira, para apresentar-se à altura de um Chefe de Estado do Império do Brasil. Proponho, pois, que se aprove a concessão de uma verba extra de dois mil contos de réis para o Imperador fazer condignamente sua viagem.
Levanta-se outro deputado, Melo de Morais, e diz:
— Dois mil contos de réis? Isso é muito pouco. Vamos votar o dobro, vamos dar quatro mil contos de réis para Sua Majestade poder comodamente ir à Europa.

E assim prosseguiram os debates. Quando soube disso, mandou logo o Imperador um bilhete ao Conselheiro João Alfredo, ministro do Império, nos seguintes termos:

"Espero que o Ministério se apresse em fazer desaprovar quanto antes semelhantes favores, que eu e minha filha rejeitamos. Respeito a intenção de todos, mas respeitem também o desinteresse com que tenho servido à Nação".

- XAVIER, Leopoldo Bibiano. Revivendo o Brasil-Império. São Paulo: Artpress, 1991. p. 40-41.

LINK ORIGINAL: DIGA SIM À MONARQUIA - https://goo.gl/WDvkhp

HOMENAGEM DO IMPÉRIO A...

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É uma homenagem do Brasil Império, ao Primeiro Presidente Americano, e a Nação Americana. Pois bem, está no "Monumento a Washington", em Washington D.C.

Presente o Brasão Imperial, com o ano 1878. Possivelmente na Gestão de João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu, primeiro e único barão e visconde com grandeza de Sinimbu. Presidente do Conselhos de Ministros do Império.

A TIARA BRAGANÇA

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Toda feita de diamantes, a Tiara Bragança, também chamada de Tiara Brasileira, foi fabricada no século XVIII e modernizada em 1820, quando foi dada de presente a Dona Amélia de Leuchenberg, segunda esposa de Dom Pedro I e nossa segunda imperatriz. 

Sem herdeiros, já que sua única filha com nosso Imperador, Dona Maria Amélia, veio falecer anos antes, a peça foi herdada pela sua irmã Josefina, então rainha da Suécia. A Tiara Bragança tem centena de brilhantes sobre uma base de ouro e prata, e mede 12,5 cm de altura por 50 cm de largura.

A joia hoje pertence ao tesouro sueco e fica sob a guarda da Bernadotte Foudation, e só quem tem a permissão de usá-la atualmente é a Rainha Silvia.

É uma das tiaras preferidas da Rainha Silvia da Suécia.

10 MOTIVOS PELOS QUAIS VOCÊ DEVE SER MONARQUISTA

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1 - Separação de poderes: um chefe de Estado e outro chefe de governo. Gera mais estabilidade do que dois poderes na mesma figura do presidente. Por isso que na Monarquia brasileira teve um sucesso de estabilidade e de prosperidade;

2 - Uma das imensas vantagens da monarquia constitucional, sobre a república é sem dúvida, a chefia de Estado estar destinada à uma pessoa que será preparada para exercê-la, desde o berço, e também afastar esse elevado posto de aventureiros. O exemplo mais bem acabado desse fato, é sem dúvida D. Pedro II, nosso inolvidável Imperador, cujo patriotismo e dedicação à Pátria, dentre aqueles que posteriormente usurparam a chefia do Estado, não encontra, nem de longe semelhança;

3 - É mais barato. Como o monarca não é eleito, ele não precisa de financiamento de grandes empresas para chegar ao poder, porque ele já está lá e será vitalício, sendo assim, ele não deve favores nenhum a partidos ou empresários. Bem diferente de presidentes republicanos que, para serem eleitos, precisam ser financiados e ainda fazer alianças com outros partidos para chegar ao poder, restando depois ter que pagar os favores que recebeu, e isso é feito com doações de ministérios ou empréstimos feitos por bancos estatais que são controlados pelos governos.
E como se viu no nobre ato de Dom Pedro II que, do exílio, negou a indenização pelo golpe por respeito ao dinheiro público. Nem falo da caridade da nossa coroa, que não só não gastava toda a sua dotação, como doava o excedente para bolsas de estudos para crianças pobres. Em verdade, a monarquia é um dos sistemas mais eficientes e mais baratos da História para a chefia do Estado;

4 - Quando há crises na monarquia, o imperador simplesmente dissolve o parlamento e convoca novas eleições para o povo escolher novos líderes políticos. Na República, uma crise pode se arrastar por anos haja vista que um impeachment de um presidente é um processo longo, complexo, oneroso para os cofres públicos e ainda resulta em inúmeras manobras corruptas para colocá-lo em prática e para evitá-lo. Além do mais, a República Presidencialista é incapaz de dissolver o parlamento. Portanto, mesmo que o presidente caia, o congresso continua de pé (justamente o que aconteceu no Brasil);

5 - O parlamento é um ambiente onde os congressistas, eleitos pelo povo, exercem seu poder de expressão. O saudável debate entre eles promove uma cultura de respeito, liberdade e diversidade de opiniões. Nele, as leis são criadas com a ajuda de muitos. Ao contrário da República, onde não há troca de idéias, as ações políticas tendem a ser tomadas por uma só pessoa, o presidente, que usa o veto e medidas provisórias para se impor sobre os congressistas (onde há concentração de poder, a democracia tende a deixar de existir). Na República, o poder executivo tende a esmagar o legislativo. Não há diálogo, no máximo há negociatas e troca de favores. Sem falar do Judiciário que quando quer, toma para si funções que não lhe compete e inventa de legislar.
Na Monarquia teríamos o Imperador que seria suprapartidário, mediando, vigiando e moderando os poderes. Gerando assim, estabilidade institucional;

6 - Na monarquia, o povo tem a oportunidade de conhecer cada membro da família real, acompanhar sua vida e educação ao longo dos anos e, por extensão, conhecemos suas personalidades e caráter. Na República, os políticos aparecem do nada, mal sabemos quem eles são, não sabemos quase nada sobre suas vidas, educação ou índole. Você poderia dizer que não conhece os membros da Família Imperial. E eu lhe peço que busque conhecê-los. Recomendo que siga as páginas Pró Monarquia e Movimento Brasil Real;

7 - Como o poder do monarca é vitalício, esse sistema prioriza políticas estáveis e de longo prazo. Totalmente oposto na República onde as políticas são de curto prazo e o próximo eleito tende a acabar com a política do antecessor para que ele caia no esquecimento e seja desmoralizado. Na monarquia o Monarca pensa nas próximas gerações. Na República o Presidente pensa nas próximas eleições;

8 - Na República, os eleitos sabem que só ficam no poder por 4 anos, por isso fazem de tudo para meter a mão no dinheiro do povo e enriquecer rapidamente. Na monarquia isso não acontece porque se o rei ousar fazer isso, ele pode ser destituído do cargo, ter a reputação de sua família destruída e o povo pode acabar com a monarquia em seguida através de um plebiscito;

9 - Na monarquia a figura do rei representa o estado (entidade permanente) e o primeiro-ministro representa o governo (entidade passageira). Na República, o presidente é ambos, o que por sua vez gera uma grande confusão e fragiliza as instituições que, em vez de atuarem pelo bem do estado e do povo, acabam agindo para beneficiar o governo (que é passageiro);

10 - A Monarquia Brasileira, especialmente o Segundo Reinado, de 1840 à 1889, 49 anos, quase meio século, foi o período de maior estabilidade nacional.

A BELA E A FERA



A república (no Brasil) é de quem pagar mais, segue o "lema" "pagando bem, que mau tem?!"

Em alusão à data que celebra a Proclamação da República, O Malho, em 1902, apresenta uma charge, assinada por C. do Amaral, composta por dois retratos femininos.

O primeiro datado de 1889 apresenta uma mulher bela, bem penteada, aparentemente recatada, inocente, valores que projetariam uma dama.
O outro retrato exibe uma mulher diversa, com traços que sinalizam a vulgarização e o ridículo quando colocadas lado-a-lado às primeiras imagens.

A sátira, a ironia e consequentemente a crítica são reveladas como resultado da comparação e da “transformação” ocorrida no período de 13 anos: a República de 1902, despenteada e mal vestida, estaria sorrindo, zombando e exibindo-se com sua verdadeira face, sem virtudes.

Integridade como Pauta de uma Vida

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Dom Pedro Henrique -criança- com seu pai, Dom Luis Ma ria -o príncipe perfeito-

A verdadeira lição deixada pelo saudoso Imperador.

Dos mais auspiciosos cuidados foi revestido o Imperador Menino, o segundo deles, Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança - que para os monarquistas estabelecidos e as Casas Reais da Europa e do mundo, era Dom Pedro III do Brasil, nosso Imperador, que apenas com doze anos assumiu o posto de Chefe da Casa Imperial do Brasil.

Dom Luiz de Orleans e Bragança, atual Chefe da Casa Imperial do Brasil e filho de Dom Pedro Henrique, juntamente com seus admiradores, costumam denomina-lo como Condestável das Saudades e da Esperança. E realmente o era. Levou a fundo o sonho da restauração da monarquia no Brasil. Príncipe que mesmo fora de sua Pátria, nunca a faltou com amor.

Casado com uma Princesa Bávara da Casa de Wittelsbach, realizou um consórcio ao gosto da Redentora, sua avó. Teve 12 filhos com Dona Maria da Baviera, os quais consolidam uma das mais respeitadas estirpes mundiais. Entre eles encontram-se Príncipes de Ligne, a futura Condessa de Stolberg-Stolberg, boa parte da aristocracia brasileira e dos Países Baixos. Realeza realmente interessada no povo e em suas mazelas, não em apenas figurar nos meios sociais.

Dom Pedro Henrique desde sua chegada ao Brasil, onde nos primeiros anos passou dificuldades e conseguiu adquirir com ajudas de monarquistas a propriedade de Jacarezinho, viveu uma vida de plena fé cristã e ajuda ao próximo. A venda sem permissão de parte do patrimônio que tinha direito como membro da Família Imperial Brasileira não o deixou abalado, sendo possível dar a seus filhos o que achava mais importante, além da fé, o conhecimento, através dos estudos acadêmicos.

Dom Pedro Henrique e Dona Maria, sempre fizeram de suas vidas uma luta incessante pelo povo do Brasil, respeitando suas vontades e vivendo os momentos críticos de nossa política, mesmo na república, com membros do primeiro escalão das Forças Armadas do Brasil, batendo a sua porta para um golpe militar forçado, similar ao da noite de 15 de novembro do fatídico ano de 1889, nunca aceitou. Respeitava seu povo, tal qual seu bisavô. Nasceu para reinar, mas só aceitaria se o povo quisesse.

Os valores de nosso Príncipe, o Condestável das Saudades e da Esperança, foram repassados aos filhos, que um a um se igualam na honestidade, humanidade, e se equivalem na cultura, caridade e nos demais valores de quem não apenas é nobre de nome, mas também de coração.

Mesmo no anonimato, o mesmo anonimato de Dom Pedro Henrique, os Príncipes de nossa Família Imperial são devidamente exaltados por aqueles que nunca os deixarão e em breve serão por todos, desde o mais desfavorecido até o mais agraciado, saberão quem são seus verdadeiros defensores.

É no ano do centenário de nascimento de tão honrado Príncipe, que devemos saúdá-lo e lembrarmos das lições que deixou em vida para seus súditos.

Viva nossa Família Imperial! Viva Dom Pedro Henrique!