terça-feira, 18 de abril de 2017

A JUSTIÇA DO IMPERADOR

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Resolvida a morte de João Guilherme Ratcliff, por sua participação na Confederação do Equador, o Presidente do Tribunal que o julgou levou ao Imperador Dom Pedro I a sentença de morte, para que recebesse a assinatura do Soberano.

Era um documento longo, minucioso e violento, em que a vítima era tratada com insolência e desprezo. Devolvendo o papel, para que o alterassem, o Imperador, que era um homem muito enérgico, porém justo em tudo o que fazia, rugiu para o oficial:

– Não assino! Morra o homem, que é quanto basta, mas não o insultem numa sentença!

- Baseado em trecho do livro “Revivendo o Brasil-Império”, de Leopoldo Bibiano Xavier.

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